Sobre casas frias e húmidas e as doenças que elas provocam

Sobre casas frias e húmidas e as doenças que elas provocam

Está a chegar uma onda de frio e não posso deixar de pensar nas casas portuguesas, na sua grande maioria frias e húmidas, com maus isolamentos e com uma má gestão dos aquecimentos.

Digo isto porque nos últimos 10 anos a dar consultas de Feng Shui visitei centenas de casas por este país fora.

Ora, o excesso de frio deixa as pessoas contraídas, dá várias dores, principalmente nas costas.

O excesso de frio também infuencia o metabolismo, fazendo com que este precise de mais calor(ias) para aquecer o corpo, daí o aumento de apetite por coisas calóricas, como gorduras, esturgidos e fritos, bolos, chocolates e café, um pouquinho de queijo com marmelada e pão ao pequeno-alomoço, no meio da manhã, ao almoço, ao lanche e jantar com manteiga, febras, queijo, doce, margarina hidrogenada, contribuindo assim para uma das doenças mais comuns em Portugal: a diabetes, para não falar da perda de muitas vesículas.

O excesso de humidade corroi os ossos, enfraquece os rins e desgasta os pulmões, daí haver tantas doenças relacionadas com estes orgãos, sendo o cancro do pulmão um dos mais mortíferos neste país, só para citar um exemplo.

E como  investigadora social que sempre fui, juntamente com o desenvolvimento dos meus conhecimentos das energias da natureza com o Feng Shui, posso dizer que tenho uma pequena amostra que comprova a estreita relação da energia das casas com a saúde.

É óbvio que há outros factores no desenvolvimento de doenças, e isto não é uma tese de investigação oficial, e somente falei da combinação das energias frio e humidade das casas, algumas empresas e estabelecimentos portugueses. Depois de ter escrito estabelecimentos vieram-me à cabeça os meus sogros Belgas que quase morreram de frio quando foram tomar um chá e um pastel de nata, ficaram chocados com o “ambiente gelado” do estabelecimento.

Avante, quis escrever estas linhas para alertar sobre o impacto que as temperaturas e os níveis de humidade da sua casa exercem na sua saúde.

E já agora aproveito para dar uma dica para manter a casa sempre agradavelmente quentinha sem ter uma enorme conta de electricidade.

O melhor aquecimento, principalmente para espaços mais pequenos, é o aquecimento a óleo.

Ao contrário do que é de senso comum, o aquecedor a óleo não é muito caro se for usado correctamente. Passo a explicar. Há os aquecimentos rápidos e os lentos. O aquecimento a óleo é lento e é mais eficiente se estiver sempre ligado durante 24h mas no mínimo. Porquê?

Porque como é lento demora a aquecer, e o que as pessoas geralmente fazem é liga-lo no máximo (gasta muito) quando chegam a casa e desligam-no quando saem. Este procedimento, para além de gastar muita energia, não é eficaz porque o ar não chega a aquecer o suficiente pois ainda há muita humidade, fica um ar meio quente meio húmido, e quem gosta de calor húmido? As bactérias e os vírus, ah pois, então aqueles aquecimentos a espalhar o ar quente no ar húmido (que são ar condicionado também), e será que os filtros estão todos tão limpos?

Voltando ao aquecimento a óleo, como têm um termostato o esforço é menor para ir mantedo uma agradável temperatura constante, por sua vez tornando o ar quentinho e mais seco (entre 20 e 23 graus e entre 50 e 65% de humidade).

Esta dica, certamente vai garantir que a sua casa fique mais quentinha sem gastar muito e ajudar a evitar as doenças acima mencionadas e as não mencionadas.

Bom fim de inverno!

 

 

A fotografia é a da minha lareira. No resto da casa são somente 2 aquecedores a óleo 24h ligados no mínimo (mesmo quando as janelas estão abertas).

2 Comments
  • Pedro Miguel
    Posted at 15:40h, 03 January Reply

    Olá,
    Recomendo vivamente o seu blog/site.
    Gostei muito do seu Post.
    Obrigado
    Pedro Miguel

    • Suzana Mendes
      Posted at 10:51h, 07 February Reply

      Obrigado Pedro! Espero que tenha contribuído para um Inverno mais quentinho.

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